Mostrando postagens com marcador amor. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador amor. Mostrar todas as postagens

segunda-feira, 2 de agosto de 2010

Desmistificando o amor

Ontem, após uma conversa, refleti sobre o que seria o maior problema do ser humano. Estamos sempre correndo atrás de trabalho e melhorias para a nossa vida profissional. Em busca sempre do bem-estar planejamos nova casa, reformulação do corpo, cuidados com a saúde etc. Mas há uma área na nossa vida que acaba atingindo todos esses fatores ditos anteriormente... Nossa vida sentimental. A área emocional consegue destruir ou alavancar qualquer outra área da vida de uma pessoa.

Por exemplo, se você vai bem sentimentalmente isto te beneficia em todos os seus projetos. Sua criatividade é estimulada, assim conseguindo criar novas soluções para sua vida pessoal. Já se o seu coraçãozinho anda machucado isto se reflete nitidamente nas suas ações. Dificilmente você conseguirá alcançar suas metas. E assim, acabará produzindo, para si mesma, outras barreiras que antes eram inexistentes.

Desde que passei por um problema sentimental (desculpe-me por compartilhar isso), passei a me preocupar mais com isso. E tenho observado muitas pessoas passarem por problemas parecidos. Nisto vejo como a vida delas dá uma estagnada... parece que nada vai pra frente...

Como a vida amorosa é mistificada por muitos, resolvi postar uma crônica muito interessante, de Arnaldo Jabor.

---------------------------------------------

Ninguém ama outra pessoa pelas qualidades que ela tem, caso contrário os honestos, simpáticos e não fumantes teriam uma fila de pretendentes batendo a porta.

O amor não é chegado a fazer contas, não obedece à razão. O verdadeiro amor acontece por empatia, por magnetismo, por conjunção estelar.

Ninguém ama outra pessoa porque ela é educada, veste-se bem e é fã do Caetano. Isso são só referenciais.

Ama-se pelo cheiro, pelo mistério, pela paz que o outro lhe dá, ou pelo tormento que provoca.

Ama-se pelo tom de voz, pela maneira que os olhos piscam, pela fragilidade que se revela quando menos se espera.

Você ama aquela petulante. Você escreveu dúzias de cartas que ela não respondeu, você deu flores que ela deixou a seco.

Você gosta de rock e ela de chorinho, você gosta de praia e ela tem alergia a sol, você abomina Natal e ela detesta o Ano Novo, nem no ódio vocês combinam. Então?

Então, que ela tem um jeito de sorrir que o deixa imobilizado, o beijo dela é mais viciante do que LSD, você adora brigar com ela e ela adora implicar com você. Isso tem nome.

Você ama aquele cafajeste. Ele diz que vai e não liga, ele veste o primeiro trapo que encontra no armário. Ele não emplaca uma semana nos empregos, está sempre duro, e é meio galinha. Ele não tem a menor vocação para príncipe encantado e ainda assim você não consegue despachá-lo.

Quando a mão dele toca na sua nuca, você derrete feito manteiga. Ele toca gaita na boca, adora animais e escreve poemas. Por que você ama este cara?

Não pergunte pra mim, você é inteligente. Lê livros, revistas, jornais. Gosta dos filmes dos irmãos Coen e do Robert Altman, mas sabe que uma boa comédia romântica também tem seu valor.

É bonita. Seu cabelo nasceu para ser sacudido num comercial de xampu e seu corpo tem todas as curvas no lugar. Independente, emprego fixo, bom saldo no banco. Gosta de viajar, de música, tem loucura por computador e seu fettucine ao pesto é imbatível.

Você tem bom humor, não pega no pé de ninguém e adora sexo. Com um currículo desse, criatura, por que está sem um amor?

Ah, o amor, essa raposa. Quem dera o amor não fosse um sentimento, mas uma equação matemática: eu linda + você inteligente = dois apaixonados.

Não funciona assim.

Amar não requer conhecimento prévio nem consulta ao SPC. Ama-se justamente pelo que o Amor tem de indefinível.

Honestos existem aos milhares, generosos têm às pencas, bons motoristas e bons pais de família, tá assim, ó!

Mas ninguém consegue ser do jeito que o amor da sua vida é! Pense nisso. Pedir é a maneira mais eficaz de merecer. É a contingência maior de quem precisa.

Arnaldo Jabor

segunda-feira, 7 de junho de 2010

Promoção "Dia dos Namorados"

segunda-feira, 10 de maio de 2010

O que o mundo precisa é amor

Eu me encanto com essa música que toca na novela "Viver a Vida". O nome da canção é "What the world needs now", de Burt Bacharah. Infelizmente (por minha ignorância) só conheci a música por causa da novela. Mas soube que seu lançamento foi em 1971. Já a nova versão é cantada por Traincha, uma bela cantora holandesa, de 36 anos. O álbum da cantora acaba de ser lançado no Brasil, chama-se "Who'll speak for love" (Blue Note/EMI).
Mesmo que o vídeo demore a carregar vale a pena assistir. Tem a tradução da música. E como é linda... que mensagem... o que nós precisamos realmente é A M O R




P.S.: se não conseguir ver a tela do vídeo acima, talvez você possa estar usando o Internet Explorer. Já tive problemas desse tipo... A solução foi abrir o Mozilla Firefox, e ver o vídeo lá.
Para baixar o Mozilla:  http://br.mozdev.org/download

sexta-feira, 7 de maio de 2010

Até que a morte nos separe...

Depois de ontem assistir ao filme "P.S. Eu te amo" e hoje ver a linda cena de casamento de Luciana e Miguel em "Viver a Vida", conversando com algumas mulheres tive um momento de breve reflexão. Então chegamos à conclusão de que histórias como essas só acontecem mesmo em filmes e novelas... rsrsrs (Algum homem estaria disposto de provar o contrário?)
Bom, em homenagem a essas histórias de amor, resolvi postar uma breve história não tão feliz...

...
Depois de meio século de casamento, ela morre. Não demora muito, ele também vai para o céu.
Lá ele encontra a esposa, e corre até ela:
- Queriiiiidaaaaaa! Que bom te reencontrar! Estava morrendo de saudades!
Ela diz: - Não vem não! O combinado foi: "Até que a morte nos separe." Agora, vaza!!!

sábado, 24 de abril de 2010

Será o amor uma utopia?

Essa semana ouvi de um amigo uma frase que muito me abalou. Ele fria e diretamente me disse: "Cheguei a conclusão de que o amor não existe." Não, ele não teve nenhuma desilusão amorosa e nem está deprimido. Na verdade, ele serve de ombro amigo para muitas mulheres que sofrem em relacionamentos.
A frase dele me fez refletir no que é o amor. Tentando achar sozinha uma resposta por segundos, não achei. Eu pensava que amor era o que deveríamos sentir por uma única pessoa pelo resto de nossas vidas. Mas vi que isso não é verdade.
Uns confundem amor com paixão. Esse é o erro fatal. Pois se apaixonar é muito fácil (e até bem legal). Mas amar alguém de verdade?! hum... Creio que existem pessoas até hoje que nunca amaram ninguém a fundo.

Por isso que dizer "eu te amo" é perigoso demais. (Confesso que já disse isso várias vezes por circunstância do momento.) Imagine essa gente famosa que troca de parceiro como quem troca de roupa. Eu nunca acreditaria em ouvir "te amo" da boca de um deles. Fico pensando: como pode alguém dizer "te amo" para uma pessoa e um mês depois já estar beijando outra? Desculpem-me... mas isso, pra mim, não é e nunca será amor.
Não saberei achar uma definição para o AMOR agora. Só sei que ele tudo sofre, tudo crê, tudo espera e tudo suporta.
Até lá.

quinta-feira, 18 de março de 2010

Rotina no relacionamento? A "rapidinha" pode ajudar.

Canso de escutar mulheres reclamando dos seus casamentos. Mas quando você vai ouvir a fundo as questões delas, você percebe que o que anda ruim é o relacionamento sexual.
Para espanto de alguns, há casais com menos de 5 anos de casados que ficam até 30 dias sem transar.

Explicação para isso? Ah, isso eu não tenho. Porque são vários os motivos. Pode ser desinteresse pelo parceiro, problemas financeiros, ou até problemas físicos.


Conversar sobre isso para muitos é bem difícil. E mesmo que haja uma longa conversa, na maioria das vezes, o casal não chega num acordo. Ainda porque um sempre quer pôr a culpa no outro, e não olha pra si.

Bom, não sou terapeuta de casais, muito menos terapeuta sexual, mas encontrei uma matéria da Juliana Lopes no site do Vila Mulher, e acho que pode ajudar.

O texto dela é sobre "rapidinhas", ou seja, aquela transa bem vapt-vupt. Mas o detalhe é que as "rapidinhas" citadas por ela são em lugares bem inusitados. E é aí que está o lance da parada.

Muitas mulheres não gostam da tal "rapidinha". A maioria delas acha que deve ser primeiro o beijo, depois o abraço, depois o toque... e lá pra meia hora depois vem o rala e rola... Homem já pensa diferente. Se puder ser só sexo e pronto, melhor pra eles.

Então, vi na "rapidinha" uma possibilidade de esquentar o clima e aproximar o casal.

Aí alguém vai me perguntar: "Mas se os dois estiverem tão distantes, como vai rolar clima pra rapidinhas?" Aí você se vira, né, minha filha. Só falta você pedir pra eu ir aí te explicar.

Bom, aqui seguem algumas experiências escritas pela Juliana Lopes. Só um relato é de uma mulher casada. Mas o que vale é você pegar umas dicas... e usar a criatividade!


Celina Alves, casada há 17 anos

Ela experimentou o sexo em lugares diferentes logo no início do namoro. A aventura começou logo no elevador. Ela de vestido, e foi só apertar o 13 º andar. Depois disso, a caminho do litoral e no meio da madrugada, ele parou o carro e os amassos começaram. O casal transou no capô do carro mesmo, na estrada.
"Também fizemos amor na praia, num pequeno barco abandonado na margem... Mas o melhor de todos foi na montanha, porque o visual era incrível lá de cima e não havia a menor possibilidade de aparecer alguém, aí ficamos mais soltos, mais tranqüilos e à vontade. Além do sexo, o gostoso é a sensação de liberdade. É o gostinho de aventura", conta Celina.
Para a representante comercial, a transa na rua é uma forma de apimentar o relacionamento. "A gente passou a se conhecer tão bem que se o lugar permitisse, bastava um olhar para o outro. Nada é marcado, a ideia não surge, apenas acontece".


Mariana*, de 21 anos

Ela transou no banheiro de um ônibus de viagem. "Na volta da viagem, conheci um cara muito legal. O ônibus era semi leito e a gente foi conversando sobre relacionamentos - contei que tinha ido ao Rio terminar o namoro -, até que ele me beijou". À noite, durante uma parada, ele teve a ideia de ir atrás dela. "Ele me seguiu e me empurrou para dentro do banheiro. Foi super rápido, coisa de cinco minutos. Confesso que senti medo depois de ter feito, mas essa coisa de não fazer barulho, de ficar quieto e sair de fininho, para ninguém perceber, foi muito legal", confessa.
Mariana diz que nunca gostou de reprimir os seus desejos e por conta disso gostou da experiência. "Eu sempre fui livre em relação a sexo. A sociedade impõe que a mulher deve ser difícil, se valorizar e não transar no primeiro encontro. Eu prefiro me valorizar de outras maneiras e ser totalmente livre em relação ao sexo e aos relacionamentos", opina.


Carlos*, de 25 anos

Mais inusitado ainda foi o que aconteceu com o Carlos, também no banheiro. "Eu tinha ido a uma entrevista de emprego junto com a minha namorada. Quando cheguei fomos avisados que o entrevistador demoraria mais uma hora, por conta de um imprevisto. Ela entrou no banheiro assim que eu fui, e me disse que eu estava muito tenso, que precisava relaxar. E rolou lá mesmo".

Depois do acontecido, Carlos ficou com receio que alguém percebesse algo. "E realmente aconteceu. Alguém bateu na porta e foi embora. Saiu um de cada vez para disfarçar, mas mesmo assim um dos candidatos percebeu. Foi uma situação super chata, mas nada disso interferiu no resultado. Até passei na entrevista", diz.


Anderson*, de 23 anos

Ele gosta de experimentar lugares novos, para uma transa rápida. "Estacionamento de shopping, corredor, elevador ou a garagem do prédio. A sensação de ser visto é que apimenta. Não é que o sexo fica melhor em si, às vezes é até desconfortável, mas o tesão é muito grande. O perigo sempre gera um misto de medo e excitação e deixa a transa mais excitante", diz.

Com a ex-namorada, até rolou ser observado de fato por outros casais, em uma casa de swing. "É um lugar cheio de regras. Nenhum cara chega em uma mulher acompanhada, precisa de permissão. A gente não fez sexo com outras pessoas, só a gente mesmo. Era uma salinha com pequenos furos, mas que você tranca por dentro. Nós curtinhos muito, foi divertido!", finaliza.


Ufa... quantos casos, né? Só de ficar imaginando já é bom...rsrsrs. Eu conheço uma pessoa que já fez amor (como ela gosta de dizer) dentro do carro em plena Av. Brasil. Pararam o carro e aconteceu tudo lá... na maior via expressa. Ela também já fez amor atrás de uma árvore numa rua super movimentada, e na cozinha quando todo mundo estava na sala.

O que importa é com quem você está. Não se pergunte se ele vai reparar na cor da calcinha, e nem ache que você será usada como um objeto. Se preocupe em sair da rotina, e salvar (ou melhorar) o seu relacionamento. Se você gosta do outro, vale tudo. (Ou quase tudo...rsrsrs)

*nomes fictícios
depoimentos: por Juliana Lopes, site Vila Mulher

domingo, 7 de fevereiro de 2010

Amor sem interesses

Não quero dizer que todo mundo que ama é interesseiro. Mas na real, acaba sendo um pouquinho. A pessoa que ama espera sempre ser amada pelo outro. Quem se dá, espera que o outro se dê também. Há quem abra mão da sua vida por alguém, e acaba esperando que o outro faça o mesmo. Consciente ou inconscientemente, acabamos sempre esperando algo em troca.
Pensei nesse assunto, assistindo a esse vídeo que já tinha visto há muito muito muito tempo. Mas que jamais saiu da minha mente. É o amor entre dois homens e um leãozinho.
Acho que a maior pureza do amor está no leão. Ele é um bicho irracional, que mais cedo ou mais tarde poderia agir com seu instinto e acabar com a vida dos rapazes. Mas o leão lutou contra o seu eu (creio nisso...), ele disse "não" para a sua própria natureza, e "sim" para o amor.
Se a metade do mundo agisse como esse leão, estaríamos todos salvos.




Espero que se apaixonem. (sem esperar nada em troca...rsrsrsrs)
Até lá.